Monday, May 14, 2007

O que eu vi

Nos filmes, nos livros, numa tela, em quase todas as formas de manifestações artísticas, existe a visão do criador e a do expectador. Visões que não coincidem necessariamente: a mensagem do criador nem sempre encontra eco naquilo que o expectador lê em sua obra.

Assisti a "Brilho de uma mente sem lembranças", e vi a história dos relacionamentos humanos, o amor que nasce no complemento dos que possuem lacunas e se complementam, a imperfeição humana que segue quando se forma um par - e por que não seguiria? O desejo de perfeição é que é utópico.

Um filme sensível, inteligente por ver aquilo que é simples e, que por ser simples, muitas vezes passa sem ser notado.

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